Download de obras de Ivan Illich

Ivan Illich - Wikiquote

Ivan Illich nasceu em Viena no ano de 1926. Sua família mudou-se para Roma, onde Illich completou os seus estudos: física (Florença), filosofia e teologia (Roma) e doutoramento em História (Salzburgo). Por ser fluente em dez línguas, Illich tornou-se intérprete do Cardeal Spellman (nova York) e teve como função preparar religiosos para a comunidade hispano-americana. Nos anos 60 mudou-se para o México onde criou o Centro Intercultural de Formação (CIF) – espécie de faculdade aberta. Faleceu em Bremen, na Alemanha em Dezembro de 2002

Propostas teóricas contra a EscolaEscreveu inúmeros artigos e livros, entre os quais: Sociedade sem Escolas em 1970.“criar entre o homem e aquilo que o rodeia novas relações que sejam fontes de educação, modificando simultaneamente as nossas reações, a idéia que faze- mos do desenvolvimento, os utensílios necessários para a educação e o estilo da vida quotidiana” (Illich, 1970, p.6).

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Anthony Cardoso

62 obras de educadores para download

A Coleção Educadores, uma iniciativa do Ministério da Educação em parceria com a Fundação Joaquim Nabuco e a Unesco disponibiliza para download 62 volumes de grandes pensadores do ramo da pedagogia, com o objetivo de difundir seus escritos, suas histórias de vida e reconhecer a importância de tais pessoas dentro da cadeia humanística nacional e internacional.

A escolha dos autores foi realizada por representantes do MEC, de instituições universitárias, educacionais e da Unesco, finalizando em uma lista de trinta brasileiros e trinta estrangeiros, além de dois manifestos: o dos Pioneiros da Educação Nova (1932) e dos Educadores (1959). No âmbito internacional, optou-se por aproveitar a coleção Penseurs de l´éducation, organizada pelo International Bureau of Education (IBE) da Unesco em Genebra, que reúne alguns dos maiores pensadores da educação de todos os tempos e culturas. O MEC também recorreu a pesquisadores do Instituto Paulo Freire para concretizar esse ousado projeto.

Os autores escolhidos são: Al­ceu Amo­ro­so Li­ma, Al­fred Bi­net, Al­mei­da Jú­ni­or, An­drés Bel­lo, An­ton Maka­renko, An­to­nio Gram­sci, Aní­sio Tei­xei­ra, Apa­re­ci­da Joly Gou­veia, Ar­man­da Ál­va­ro Al­ber­to, Aze­re­do Cou­ti­nho, Ber­tha Lutz, Bog­dan Su­cho­dolski, Carl Ro­gers, Ce­cí­lia Mei­re­les, Cel­so Su­cow da Fon­se­ca, Cé­les­tin Frei­net, Darcy Ri­bei­ro, Do­min­go Sar­mi­en­to, Dur­me­val Tri­guei­ro, Ed­gard Ro­quet­te-Pin­to, Édou­ard Cla­pa­rè­de, Émi­le Durkheim, Fer­nan­do de Aze­ve­do, Flo­res­tan Fer­nan­des, Fre­de­ric Skin­ner, Fri­e­drich Frö­bel, Fri­e­drich He­gel, Fro­ta Pes­soa, Ge­org Kers­chen­stei­ner, Gil­ber­to Freyre, Gus­ta­vo Ca­pa­ne­ma, Hei­tor Vil­la-Lo­bos, He­le­na An­ti­poff, Hen­ri Wal­lon, Hum­ber­to Mau­ro, Ivan Il­lich, Jan Amos Co­mê­nio, Je­an Pi­a­get, Je­an-Jac­ques Rous­se­au, Je­an-Ovi­de De­croly, Jo­hann Her­bart, Jo­hann Pes­ta­loz­zi, John Dewey, Jo­sé Mar­tí, Jo­sé Má­rio Pi­res Aza­nha, Jo­sé Pe­dro Va­re­la, Jú­lio de Mes­qui­ta Fi­lho, Liev Se­mio­no­vich Vygotsky, Lou­ren­ço Fi­lho, Ma­no­el Bom­fim, Ma­nu­el da Nó­bre­ga, Ma­ria Mon­tes­so­ri, Ní­sia Flo­res­ta, Or­te­ga y Gas­set, Pas­cho­al Lem­me, Pau­lo Frei­re, Ro­ger Cou­si­net, Rui Bar­bo­sa, Sam­paio Dó­ria, Sig­mund Freud e Val­nir Cha­gas.

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Anthony Cardoso

Renascendo das Cinzas!

Olá, leitores!

Quem diria que eu voltaria a escrever nesse blog, quatro anos depois. Sempre tive um carinho muito grande por ele e, volta e meia eu entrava para ver o que eu e meus amigos escreveram há tempos atrás, em um ambiente de efervescência política bem mais sã do que atualmente. Também fiquei surpreso ao ver que um bom número de pessoas ainda visitavam meu blog e, mais ainda, que algumas delas comentavam nos posts com pedidos ou apenas dando suas opiniões. A essas pessoas, muito obrigado!

Vocês podem se perguntar o motivo da minha volta. Bom, eu já pensava nessa possibilidade, principalmente no período das fatídicas eleiçoes presidenciais de 2018 onde as esperanças de muitas pessoas foram por água abaixo quando a população decidiu eleger Jair Bolsonaro (não é fácil escrever o nome desse ser aqui) por causa do sentimento antipetista ou pela famosa “falta de opção” que forma um efeito dominó nas pessoas. Na época eu queria escrever uma espécie de continuação de um post que escrevi em 2013, no auge das manifestações contra o aumento da tarifa do transporte público em São Paulo que encontra-se aqui (é um dos posts mais acessados do blog, dado o momento ímpar pelo qual passamos), ou seja, já naqueles dias, o “ovo da serpente” foi concebido, em 2018 ele chocou. Porém, o projeto não foi adiante e o tempo foi passando.

Mas o motivo determinante para voltar acredito que tenha sido a quarentena que precisamos cumprir. É aquele negócio: temos tempo de sobra agora, então, vamos aproveitar rsrs…

Brincadeiras a parte, o que me motivou também foi a vontade de retomar as análises sobre o atual momento político, além de escrever resenhas sobre os livros que tenho lido. Essa última parte não tem sido fácil, pois apesar do tempo disponível, o tédio domina em alguns momentos e simplesmente não me dá vontade de escrever nem ler nada, apenas assistir filmes e séries. Mas vou procurar superar esse momento de dificuldade criativa e trazer um conteúdo de qualidade para vocês 🙂

Pode ser que eu fale também sobre algum filme que gostei e, claro, que esteja de acordo com a proposta do blog, mas ainda é incerta essa possibilidade.

Pois bem, essa é a mensagem de hoje. No meu planejamento futuro, pretendo falar sobre duas obras que li recentemente: Veias Abertas da America Latina de Eduardo Galeano, um excelente ensaio sobre o nosso tão explorado e vilipendiado território, e O Diabo, de Leon Tolstoi, um dos meus escritores preferidos e que escreve um conto abordando a fidelidade conjugal.

Saudações!

Anthony Cardoso